UM LIVRO É UMA BELEZA, É CAIXA MÁGICA SÓ DE SURPRESA. UM LIVRO PARECE MUDO, MAS NELE A GENTE DESCOBRE TUDO. UM LIVRO TEM ASAS LONGAS E LEVES QUE, DE REPENTE, LEVAM A GENTE LONGE, LONGE... ELIAS JOSÉ
sexta-feira, 29 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Literatura de cordel
Literatura de cordel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil
o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o
folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas
são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas,
recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de
viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e
animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os
expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 aCademia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro.
Xilogravuras:
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira
como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou
outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento
cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em
seguida usa-se um rolo de borracha embebida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo
em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a
figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo
(linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações
dentro da técnica, como a xilogravura de topo.
Xilogravura popular brasileira
A xilogravura popular é uma permanência do traço medieval da cultura portuguesa transplantada para o Brasil e que se desenvolveu na literatura de cordel. Quase todos os xilografos populares brasileiros, principalmente no Nordeste do país, provêm do cordel.domingo, 17 de junho de 2012
A casa dos doces de João e Maria
Ouvir histórias é bom demais! Quando participamos dela melhor ainda. Mas ir até uma casinha feita de doces sem uma bruxa malvada e poder comer tudo o que quiser, não tem preço!
Os alunos da Educação Infantil e da Casa da Alfabetização viveram essa experiência única, mas antes eles ouviram a história na Sala de Leitura e trabalharam um pouquinho.
Acompanhe essa aventura!
Os alunos ouviram a história e juntos discutimos sobre o perigo de andarmos sozinhos e aceitar coisas de pessoas desconhecidas. Depois de fazer o reconto oral todos capricharam nos desenhos e na dobradura da casa dos doces. Eles também assistiram a um pequeno vídeo com parte de uma ópera e se encantaram (http://www.youtube.com/watch?v=Zu5JTLu6D4c). Após fazer a dobradura da casa e ilustrá-la, nada melhor do que vê-la bem de perto e poder deliciar-se com seus doces. Você não acha?
E a bruxa Furustreca? Depois de tanto trabalho e alegria, ela ficou boazinha e não quis mais engordar as criancinhas.
100 anos de Luiz Gonzaga
Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu no dia 13 de dezembro de 1912 e morreu no dia 02 de agosto de 1989, foi um compositor popular brasileiro, conhecido como Rei do Baião.
Conheça um pouco de sua vida e obra acessando http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Gonzaga
Luiz Gonzaga nasceu numa fazendinha no sopé da Serra de Araripe, na zona rural do sertão de Pernambuco.
Veja imagens dos instrumentos que Luiz Gonzaga tocava.
Da esquerda para a direita: Triângulo, sanfona e zabumba.
Asa Branca, a mais famosa música de Luiz Gonzaga.
Asa Branca
Luiz Gonzaga
Quando "oiei" a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de "prantação"
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus "óio"
Se "espaiar" na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração.
Luiz Gonzaga também fez um xote ecológico. Veja que legal!
Clique aqui: http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/295406/
Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
Se planta não nasce se nasce não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar
Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu.
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde que está ?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu.
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de "prantação"
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
"Intonce" eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus "óio"
Se "espaiar" na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração.
Luiz Gonzaga também fez um xote ecológico. Veja que legal!
Clique aqui: http://letras.mus.br/luiz-gonzaga/295406/
Xote Ecológico
Luiz Gonzaga
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
Se planta não nasce se nasce não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar
Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu.
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde que está ?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Poesias
Os alunos de todas as turmas leram e ouviram poesias, depois cada um ilustrou a sua. No final foram transformadas em livros para serem expostas no Dia das Mães. Os trabalhos ficaram lindos!
quinta-feira, 29 de março de 2012
Somos todos iguais
A turma 8.401 participou esta semana de uma atividade na Sala de Leitura que os deixou empolgadíssimos!
Para dar início a um Projeto de Identidade foi feita a dinâmica, Você tiraria o chapéu para esta pessoa? Cada aluno foi convidado a olhar dentro do chapéu e ver que eles deveriam falar de si mesmos. Tarefa bastante difícil!
Todos estavam curiosíssimos para saber quem era a pessoa que todos falavam. Ansiedade total. Mas na hora de falar... Como foi difícil!
Para dar início a um Projeto de Identidade foi feita a dinâmica, Você tiraria o chapéu para esta pessoa? Cada aluno foi convidado a olhar dentro do chapéu e ver que eles deveriam falar de si mesmos. Tarefa bastante difícil!
Todos estavam curiosíssimos para saber quem era a pessoa que todos falavam. Ansiedade total. Mas na hora de falar... Como foi difícil!
domingo, 25 de setembro de 2011
Festival Literário
Nosso festival foi um sucesso. Flávia Côrtes e Júlio Emílio Braz são adoráveis!
Parabéns a todos que se dedicaram ao evento!
Aguardem que em breve postarei algumas fotos do evento.
Parabéns a todos que se dedicaram ao evento!
Aguardem que em breve postarei algumas fotos do evento.
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